Técnologia - texto de 2006

Muitas vezes nos questionamos: até que ponto a máquina irá chegar? Surgirá o momento em que ela terá “consciência”?

Esta reflexão surge a partir da análise do filme “Eu, Robô”, que esta sendo estudado nas aulas de Informática na Faculdade Mozarteum de São Paulo. Muitas vezes podemos até pensar que a máquina chegara um tal ponto de evolução que ela será “agraciada” por Deus com uma alma. Terá total autonomia, podendo realizar o que bem quiser sem ter a necessidade de um ser humano que a programe.

Hoje em dia podemos ver a que ponto chegou a tecnologia. Já vivemos “aquele futuro” contemplado por muitos, inclusive por nós, a alguns anos atrás. A não mais de 10 anos, como poderíamos imaginar que um celular poderia enviar e-mail, acessar Internet, tocar músicas, etc? Quando imaginaríamos que os computadores pessoais chegariam a tal ponto de desenvolvimento? Porta que abrem sozinhas, luzes que acendem sozinhas, brinquedos que são pura engenharia mecânica. Enfim, poderia enumerar tantos exemplos, ao ponto de me estender por páginas.

A questão é que muitas pessoas estão com um certo receio com as máquinas. Afinal, muitos já perderam empregos para as máquinas. Outros, dizem que não há riscos de as máquinas se voltarem contra nós ou algo assim.

Creio que as máquinas terão uma “certa autonomia”. Não digo que elas terão uma “alma”, que tomarão os nosso lugares, etc. Digo isto pelo o que já ocorre no nosso tempo. Já é uma realidade.

Talvez o melhor seria não criar expectativas. Porém, não custa nada nos prevenirmos. E tome cuidado, pois pode ser que o computador onde você está agora esteja “maquinando” contra você e esteja prestes a lhe dar um golpe de “mouse”.

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